Impacto na saúde: cresce o atendimento de sobreviventes do 11 de setembro com câncer
Duas décadas e meia após os ataques que abalaram o mundo, os reflexos daquela tragédia continuam a ser sentidos na saúde pública. O suporte médico voltado para o tratamento de tumores entre os sobreviventes apresentou um salto expressivo ao longo dos últimos anos.
De acordo com os registros oficiais, o volume de pessoas atendidas por esse tipo de complicação médica passou de aproximadamente 8,9 mil casos contabilizados em 2021 para uma marca de 27,3 mil prevista para este ano de 2026. O dado evidencia o surgimento tardio de enfermidades graves associadas ao desastre.
Especialistas reforçam que os resquícios do evento vão muito além do choque inicial. A exposição prolongada a detritos e substâncias tóxicas liberadas durante a queda das torres tem gerado consequências severas para o organismo de quem estava na área afetada, exigindo acompanhamento médico constante e ampliação na rede de suporte.
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